O cachorro quente mais tradicional da cidade?

Se você é fã de cachorro quente, também deve odiar essas melecas que carregam o nome nos tempos atuais.

Coloca-se de tudo e honestamente, não há nenhum problema a não ser o nome. Quer colocar purê de batatas e farofa? Tudo bem, mas chame de outra coisa.

Vou te contar o porque da indignação. Morando há anos em um condomínio Cabral, na rápida do Portão, sempre houve uma barraquinha de cachorro quente, que podia ser considerada segura para os tradicionalistas.

Não importando quantos “cachorros” impuros se pudesse comer pela cidade, ali na rápida, sempre estava o tradicional.

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Quase todos os domingos, íamos até lá. Duas vinas, vinagrete, mostarda, catchup e maionese. A única concessão era a batata palha, mais nada.

Morar no condomínio Cabral, permitia limpar a memória dos cachorros quentes conspurcados pela modernidade.

Mas, eis que ficamos um tempo afastados e quando voltamos, a barraquinha havia mudado de mãos. E sabe-se lá porque, para mãos que não sabem fazer o básico.

Para resolver o problema, basta fazer o cachorro tradicional em casa, certo? Não. Os verdadeiros, são os de rua.

Em casa, o sabor nunca é o mesmo. Resta encontrar uma outra barraquinha, o que deveria ser fácil,